A Morte Habita à Noite

de Eduardo Morotó

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A MORTE HABITA À NOITE

(em pós-produção)

Português / Drama / 94min / 2K / Cor

Enquadramento Produções | Plano 9 Produções

 

DIREÇÃO Eduardo Morotó

ROTEIRO Eduardo Morotó

PRODUÇÃO Leonardo Mecchi e Mannu Costa

FOTOGRAFIA Marcelo Martins Santiago

ARTE Júnior Paixão

ELENCO Roney Villela, Mariana Nunes, Rita Carelli, Pedro Gracindo

 

 

SELEÇÕES E PRÊMIOS

 

BrLab (São Paulo)

Prêmio Cinéma en Développement

Prêmio FiGa/Br

Cinéma en Développement (França)

Plataforma:Lab (Porto Alegre)

Brasil CineMundi (Belo Horizonte)

SINOPSE

Aos cinquenta anos, alcoólatra e desempregado, a tábua de equilíbrio de Raul é a paixão por Lígia que nos últimos anos foi sua parceira de vida sem regras. Após ser abandonado por ela, deseja a bebida com mais vigor, contrai tuberculose e entre Postos de Saúde e trabalhos transitórios como o de faxineiro de uma Peixaria, constrói uma doce relação com Cássia, uma garota de dezesseis anos. É a primeira vez que ela apega-se de verdade a alguém. Porém, Raul ainda fragilizado pelo sumiço de Lígia e pela doença, não assume um contato mais sério com ela, que está a um passo da autodestruição. Já com o corpo e a mente bastante corroídos pela doença, surge Inês, a mulher mais triste que ele já conheceu. Um cadáver, que foi parar no quarto da Pensão onde mora. Ele parte com Inês em direção à praia do Janga em Olinda. Essa “viagem” faz nascer uma inesperada relação entre Raul e a “mulher triste” que será jogada ao mar.

 

 

BIOGRAFIA DO DIRETOR

Pernambucano radicado no Rio de Janeiro, Eduardo Morotó é formado em cinema e já roteirizou e dirigiu cinco curtas-metragens. O primeiro deles foi Agreste Adentro (2006), através do Projeto Revelando os Brasis - Ano II, do Ministério da Cultura. Em seguida veio Mar Exílio (2010), seu filme de finalização de curso da universidade de cinema, vencedor do Prêmio Revelação do 21º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Com os recursos deste prêmio, rodou Quando Morremos à Noite (2011) que acumula mais de 30 prêmios em festivais nacionais e internacionais, entre eles o de melhor curta- metragem do júri da crítica na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes e melhor filme no Gold Apricot Yerevan International Film Festival, na Armênia. Lançado no mesmo ano, Eu Nunca Deveria Ter Voltado, oriundo da Oficina de Roteiros do Projeto Sal Grosso do Festival Brasileiro de Cinema Universitário, recebeu os prêmios de Melhor Direção, Ator e Trilha Sonora no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. E Todos Esses Dias Em Que Sou Estrangeiro, seu último trabalho, já circulou em diversos festivais nacionais, acumulando mais de 15 prêmios, entre eles o de Melhor Ator no 46º Festival de Brasília, Melhor Curta da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio 2013 e Aquisição do Canal Brasil no 24º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, onde estreou em agosto de 2013.

Enquadramento Produções

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São Paulo

Brasil

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